Sim, está chegando o dia da primeira corrida do ano e antes que o Galvão repita pra vc 150 vezes no primeiro treino todas as regras, nós do Jacus vamos antecipar (mas isso não vai te livrar de ouvir o Galvão).
1 - Bye Bye controle de tração. Opa, essa modificação é onde se inicia a separação dos homens dos meninos. Quem não guenta bebe leite e volta pra GP2. N ada de sentar o pé no acelerador e a central eletrônica fazer tudo. Cada piloto oreiudo tem que aprender a controlar a patinha pra não fazer feio e rodar igual peão. Aqui o Ruizinho pode ter 1/8 de vantagem, afinal, ele tá na F1 desde que Dom Manuel Fangio tava pilotando e naquela época não tinha essas frescuras.
2 - Faloura, sistema de largada. Aqui a casa caiu de vez. Largar na corrida era baba baby, baby baba... era enfiar o pé no acelerador segurando na embreagem... soltar a embreagem e sair felizão... afinal tinham 150mil japinhas reduzidos na central do carro que fazia tudo funcionar direitim. Agora?! Te vira negão! Vai ter que fazer igual o tiozão no sinal de trânsito.
3 - Central Eletrônica padrão. o único problema é que é Microsoft... pense numa tela azul no meio da corrida... hauahuahuahauhauahuahuahauha
4 - o Câmbio tem que durar 4 corridas. Nada a declarar... pura economia.
5 - A classificação muda. 20 minutos e rodam os 6 mais lentos. intervalo de 8 minutos e os 16 pilotos restantes tem 15 minutos pra mostrar serviço. Novamente 6 mais lerdos vazam. Daê tem 10 minutos pros 10 que restaram. A idéia é parar com aquela queimação de combustível que ficava na última parte.
Enfim... só isso... mas garanto que o Galvão vai repetir isso 152 vezes no primeiro treino. Aposta?
E por falar em aposta, volto depois pra dizer quais são minhas para esse ano.
Depois de um longo e tenebroso inverno titio zélelé está de volta. e daqui a pouco vou falar sobre a F1, afinal, semana que vem voltaremos a ver a corrida de carrinho mais legal do mundo.
Ontem o principal tema das mesas-redondas televisivas foi a entrevista de Adriano, o tosco, dizendo que tinha de ser chamado mesmo de Imperador. Deixe-me trazer a luz sobre alguns fatos relevantes:
1- Adriano nunca foi um MÉDIO jogador de futebol. Se um cabo de vassoura tivesse jogado aquela Copa das Confederações, teria ganho a chuteira de ouro. O pouco sucesso que teve foi devido ao fato de os treinadores demorarem demais pra sacar sua jogada manjada da "virada assassina": domina de costas pra o gol, vira com aquele corpanzil em cima do pobre zagueiro e enfia a patada em direção ao gol, sendo efetivo em 45% dos casos;
2- Adriano só sai dos clubes por onde passou pela porta dos fundos. Foi assim no Flamengo, na Inter de Milão e assim será no São Paulo;
3- Adriano é um cara com corpo de 25 e cabeça de 7 anos de idade; não esperem nada além disso;
4- Depois do papelão na semana passada, e da fatídica entrevista, fiz questão de assistir São Paulo e Mirassol domingo. O Imperador não jogou nada. E nem vai jogar, afinal de contas, a "virada assassina" já está pra lá de manjada;
5- Gordo e com o joelho operado, Ronaldo é 352 vezes melhor que Adriano.
Azar o do São Paulo, que este ano dará a oportunidade a outros clubes de serem campeões em São Paulo, no Brasil e na América. O jerico que resolveu trazer Adriano, Carlos Alberto e Fábio Santos pra o Morumbi deve estar mais que orgulhoso. Os mais fanáticos dão a Muricy um poder que ele não tem, e ele não conseguirá domar tantos cabeças-de-bagre juntos. O forte do São Paulo nestes últimos anos foi a coesão como time, onde as limitações técnicas são supridas pelo esforço e pela dedicação, e esses caras não dão conta de fazer parte desse tipo de ambiente.
Ontem foi aniversário do cara que me ensinou a amar o futebol. Não, não foi seu Carlos Geraldo, mais conhecido como meu pai (apesar de ele ser o grande responsável por me colocar diante de uma paixão que se mistura com o grande futebol: o flamengo dos anos 80). O cara ao qual me refiro, é um sujeito chamado Artur Antunes Coimbra, conhecido como Zico, que fez 55 anos. Minhas memórias de infância relacionadas a futebol são daquele time que foi um dos melhores times de futebol de todos os tempos. E Zico era o grande maestro daquele time maravilhoso que tinha Júnior, Leandro, Raul, Adílio, Antunes, Mozer, Figueiredo, Tita, Nunes (Muito melhor que o Adriano Imperador, mas sobre isto a gente conversa depois), e vários outros que iam e vinham, mas sem sair do tom. Foi ver aquela maravilhosa seleção de 82 (que não ganhou a copa do mundo? Azar da copa do mundo, como diria o mestre Calazans) e a muito boa de 86 (última seleção minimamente decente que este país teve, com Josimar e tudo). Me lembro de chorar em 83 quando o Galinho foi pra Itália. Me lembro de chorar quando ele voltou e quando aquele corno do Márcio Nunes arrebentou-lhe o joelho. Se hoje entendo o drama de Ronaldo, é por vivê-lo quando Zico passou pela mesma situação. Diferentemente de Ronaldo (que acho que agora foi pro saco mesmo), Zico venceu a lógica ainda dando um título brasileiro para o Flamengo em 87 (dane-se o Sport, a CBF e seu grupo amarelo...), indo pra o Japão, me fazendo assistir futebol japonês sábado de madrugada, e se aposentando de vez pra ser diretor e técnico do Kashima (meu time de coração no Japão por motivos óbvios), da seleção do Japão e agora fazendo história levando o Fenerbahçe às oitavas de final da UEFA. Fico com pena destas crianças de hoje, que são obrigadas a ter como ídolos os Afonsos, os Tevez e os Adrianos da vida, que nem de longe chegam aos pés de Zico. Fico com pena porq não puderam ter acesso ao crepúsculo do futebol arte, ao Maracanã com 120000 pessoas todo domingo, ao balé genial comandado por ele, Zico.
Só tenho a te agradecer Galinho. E que vc possa ensinar a esses pernas de pau do mundo o que é o verdadeiro futebol.
Os brasileiros têm até 30 de abril para prestar contas com o leão - animal que foi escolhido, em 1979, para simbolizar o Imposto de Renda. Para a agência de publicidade contratada pela Receita na época, o "rei dos animais" simboliza força, mas também justiça. A idéia era "de que o leão era manso, mas não bobo".
O objetivo da campanha era mostrar que o governo não seria condescendente com a sonegação, isto é, com a prática de não pagar parcial ou completamente os impostos devidos mediante declarações falsas ou outros tipos de fraude.
O imposto que tributa o rendimento dos cidadãos foi oficializado no Brasil em 1922. A cobrança incide sobre as chamadas pessoas físicas - para distinguir-se das empresas, que nesse caso são denominadas pessoas jurídicas e apresentam a declaração em outra data.
O imposto de renda é um tributo cobrado em muitos países, nos quais os cidadãos são obrigados a contribuir com o governo, repassando-lhe uma porcentagem dos rendimentos que obtiveram com seu trabalho ou investimentos. No Brasil, em geral, o imposto de renda é pago mensalmente ao longo de um ano e, no ano que segue, o contribuinte faz uma declaração de ajuste, em que presta contas do que ganhou e do que pagou, para ver se ainda ficou devendo ou se contribuiu a mais, tendo direito a uma restituição.
Está obrigado a prestar contas à Receita todo contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 15.764,28, quem operou em Bolsa de Valores, quem tinha posse ou propriedade em 31 de dezembro de 2007 com valor superior a R$ 80 mil, quem foi sócio de uma empresa, quem recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis, ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil e o contribuinte que alienou bens em que foi apurado ganho de capital com incidência de imposto.
Apesar de instituído em 1922, a primeira tentativa de cobrar o imposto no Brasil ocorreu bem antes, em 1843, pouco mais de duas décadas após a Proclamação da Independência. A Lei 317, editada no dia 21 de outubro daquele ano, criava um tributo progressivo. No entanto, a pressão exercida principalmente pelos empresários foi muito grande e a experiência não foi bem sucedida.
Todos os anos, os técnicos da Receita procuram fechar o cerco aos sonegadores, realizando cruzamentos de dados, exigindo o CPF do dependente e analisando, através de um sofisticado sistema de informática, todas as informações fornecidas pelos contribuintes. Para 2008, a Receita Federal exige a informação do número do recibo da declaração de 2007 (ano base 2006). Com isso, fica mais fácil para o governo checar as informações sobre os dependentes e sobre as eventuais deduções.
Itália e Inglaterra A maioria dos historiadores concorda que a base para a cobrança de um imposto sobre a renda tem origem em Florença, no século 15. Foi nessa cidade-Estado da Itália que os governantes criaram a "Decima Scalata", que cobrava uma taxa sobre a renda dos florentinos. Se a base do imposto surgiu na península Itálica, foi na Inglaterra que a cobrança ganhou contornos semelhantes ao que acontece atualmente na maioria dos países.
Para financiar a compra de armamentos e toda a infra-estrutura necessária para enfrentar a guerra contra o Exército de Napoleão Bonaparte (França), os ingleses criaram, no século 18, o "income tax". Por esta taxa, todo inglês que tinha uma renda anual superior a 60 libras tinha de deixar10% para o Estado. Mesmo depois da guerra contra os franceses, a Inglaterra manteve a cobrança porque o valor arrecadado ajudava a sustentar a máquina estatal.
Uma curiosidade: o valor do imposto britânico podia ser parcelado em até seis vezes pelo contribuinte. Mais de dois séculos depois, a Receita Federal do Brasil também parcela o pagamento do imposto devido.
Ela é feia pra chuchu, doida da cabeça, drogada, mas conseguiu tirar a música inglesa da mesmice de hits comerciais tipo Spice Girls e afins. Amy é uma luz no fim do túnel e na minha humilde opinião, deu uma lição de "como um branco consegue fazer som de preto" na artista bonitinha e amada pelo público, Joss Stone. Amy tem um som maduro, todo o disco é idéia dela, as composições são dela, enfim, com sua voz de Etta James modernizada, Amy conduz o ouvinte a uma viagem sonora, na melhor acepção da palavra. A música carro-chefe do disco "Rehab" é uma pancada, e conta sua versão da história em um dos vários episódios onde sua família tentou interná-la para reabilitação. Outra fantástica é a sampleada "Tears dry on their on" onde ela usa o clássico de Marvin Gaye "Ain't no mountain high enough" como trilha incidental. Não é à toa que a feiosa ganhou 4 Grammys este ano com este disco.
Vai na fé filhinho, porq a mercadoria é da boa, se é que vc me entende...